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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Biomedicina festeja 15 anos conceituado em rankings e com alunos bem colocados em empresas




Data foi lembrada com mesas-redondas, apresentações culturais e confraternização de ex e atuais alunos e professores 
Débora Amorim, do 4.período, fez apresentação de balé     



 Fazer pesquisas ao lado de uma autoridade mundial em oftalmologia como professor Shigeru Kinoshita, da
University of Medicine de Kyoto, no Japão, ou gerenciar projetos de farmacovigilância na Covance, que lida com grandes laboratórios globais, são experiências que enriquecem qualquer profissional. Mais ainda quando essas passagens são de jovens com passado ainda recente de bancos escolares, como os ex-alunos de Biomedicina da Universidade Metodista de São Paulo Renata Ruoco Loureiro e Luis Gustavo Barreto. Ela formada em 2009, ele em 2004.

Renata e Luis fizeram parte da noite de boas histórias, narrativas sobre carreiras bem-sucedidas e passagens por empresas respeitadas no mercado que encantaram o auditório lotado do campus Planalto nas comemorações de 15 anos do curso de Biomedicina da Metodista, em 3 de novembro último.

Oito ex-alunos contaram aos graduandos como viraram páginas de suas histórias profissionais para frente, enfrentando inevitáveis dúvidas e tropeços profissionais. Professores consolidaram a memória do curso citando conquistas como o reconhecimento dos melhores rankings de Educação. Tanto assim que, em uma década e meia, a Biomedicina da Metodista drenou cérebros para indústrias farmacêuticas e de saúde como Boehringer Ingelheim, AstraZeneca, Covance e Fleury, ou colocou nos trilhos da pesquisa científica mestres e doutorandos em escolas como Unifesp, USP e Kyoto.

Como destacou o primeiro coordenador do curso e hoje diretor da Escola de Ciências Médicas e da Saúde, professor Rogério Gentil Bellot, os anos trazem muitas recompensas, não só rugas. “15 anos marcam cabelos mais brancos, alguns quilos e rugas a mais, mas muito aprendizado, histórias e sonhos para contar”, saudou ele na abertura do evento, quando lembrou que a graduação de Biomedicina surgiu em 2000 da percepção de que seria uma das profissões do futuro.

Em uma década e meia, a Metodista estruturou 19 turmas, com total de 1.075 biomédicos formados e atualmente 284 alunos distribuídos em oito períodos do curso.

Em multinacionais   
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Yumi, Patrícia, prof. Bellot, Barbara e Luis

Duas mesas-redondas pautaram a noite de festejos, a primeira mediada pelo professor Rogério Bellot sobre “O Biomédico Metodista em Empresas Multinacionais”, e a segunda conduzida pelo atual coordenador do curso, professor Isaltino Marcelo Conceição, sobre “O Biomédico Metodista nas Áreas Acadêmica e Diagnóstico”.
Estão hoje em empresas globais Patrícia de Nóbrega Brunieri, formada em 2013 e atuando na alemã Boehringer, Iumi Mattos Kinoshita (2006) e Barbara Costa (2004), ambas na sueca AstraZeneca, e Luis Gustavo Barreto (2004), na Covance. O recado em comum é que a área exige estudos constantes, inglês impecável e ousadia para abraçar as oportunidades que se abrem ao biomédico, sobretudo com a descoberta de novas drogas.
Patrícia Brunieri se encontrou no marketing de medicamentos e especializou-se na área de oncologia/virologia. Sua missão é disseminar informações que curam: “Isso é muito gratificante”, afirmou. Barbara Costa iniciou com microbiologia, especializou-se em biotecnologia e pós-graduou-se em marketing, atuando como consultora técnica da linha oncológica da Astrazeneca. “O marketing envolve administradores, jornalistas, publicitários, mas é o biomédico que faz a diferença, sobretudo quando se trata de discutir estudos clínicos”, apontou.
Iumi Kinoshita começou com análises clínicas, mudou-se para a Teraskin Farmacêutica e especializou-se em microbiologia ambiental. Hoje é microbiologista sênior na Astrazeneca. Já Luis Barreto desde o início interessou-se por pesquisa clínica, área que cresce entre biomédicos segundo ele, e pós-graduou-se em administração, o que abriu-lhe portas para gerenciar projetos em farmacovigilância na Covance e dar aulas no Instituto Polígono.

Na academia
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Renata, Clara, prof. Isaltino, Janaína e Rodrigo
Optaram abraçar a vida acadêmica Clara Felix e Renata Ruoco Loureiro, formadas em 2006 e 2009 respectivamente, e ambas doutorandas pela Unifesp, Janaína Thaís Lopes (2006) doutoranda pela USP, e Rodrigo de Luca Lucena (2009), professor no colégio técnico Etip e atuando no Grupo Fleury.
Clara explicou que a falta de recursos públicos para suprir bolsas de estudo em pesquisas tem sido compensada pela iniciativa privada, sobretudo na forma de PPP (Parceria Público-Privada). Da iniciação científica no Instituto de Medicina Tropical da USP, ela passou em concurso na instituição na área de sorologia e agora faz doutorado nessa área e em biologia molecular. Janaína foi na contramão do início com análises clínicas e abraçou a microbiologia de alimentos. Após o mestrado em Ciências dos Alimentos, iniciou o doutorado em contaminação cruzada e com uso de matemática, já tendo viajado para a Dinamarca.
Interessada em seguir carreira em reprodução humana, foi durante o estágio em coleta de sangue que Renata Ruoco teve oportunidade de conhecer a oftalmologia, tema de seu mestrado em córneas em 2013. O orientador apresentou-lhe em 2014 uma porta aberta em Kyoto, onde está uma das maiores competências acadêmicas no assunto. “Me impressionei com a fartura de material nos laboratórios japoneses, onde o governo coloca muito dinheiro em pesquisas”, testemunhou ela durante seis meses. De volta a São Paulo, conseguiu bolsa Fapesp para o atual doutorado em Ciências Visuais.
Já Rodrigo Lucena começou na bioquímica de um hospital e, como definiu, a hematologia o escolheu, abraçando a contragosto uma área que hoje é seu grande cartão de visitas. Para ingressar no Fleury seu teste consistiu em ler, em uma hora, 10 lâminas com material de pacientes com leucemia, ou seja, muito alteradas. Hoje ele é referência em hematologia de urgência e emergência em hospitais, analista sênior e controle de qualidade do Fleury, além de dar aulas no Colégio Etip.

4 estrelas e nota 4 do MEC     
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Gustavo Godói cantou ao violão
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Douglas Reche e Thais Lopes dançaram samba
Coube ao coordenador atual de Biomedicina da Metodista, professor Isaltino Marcelo Conceição, historiar o percurso da graduação, desde o primeiro turno noturno com duração de 5 anos até a necessidade no ano seguinte, devido à intensa procura, de oferecer período integral (tarde e noite), com tempo regular de 3 anos.
Logo em seguida, em 2002, o curso já agregava o laboratório-escola LABMESP, para possibilitar estágio na área de análises clínicas. Isso rendeu-lhe à graduação o reconhecimento oficial pelo MEC. Em 2004, novo projeto pedagógico incluiu temas inovadores para a época, como reprodução assistida, engenharia genética e microbiologia de alimentos.
“Em 2008 recebemos pela primeira vez 3 estrelas do Guia do Estudante e nos destacamos com o 1º lugar entre os cursos de Biomedicina da Grande São Paulo, segundo avaliação do CPC-MEC, com nota 3. Passamos a integrar o ranking RUF-Folha de São Paulo e as estrelas do Guia do Estudante não foram perdidas desde então. Em 2013 e 2014, recebemos 4 estrelas. Também o CPC-MEC aumentou para 4”, lembrou professor Isaltino, citando entre outras conquistas a introdução de módulos no lugar de disciplinas em 2008 e a integração, em 2010, do LABMESP às demais Clínicas da Faculdade da Saúde, fazendo parte da Policlínica Metodista como seu Núcleo de Análises Clínicas (NAC).
A noite de comemorações também contou com apresentações artísticas de alunos. Débora Amorim, 4º período, dançou balé ao som de "Atrás da Porta", com Elis Regina. Douglas Reche, 6º período, e a parceira Thais Lopes sambaram Nega Marrenta, com Ana Carolina. Já Gustavo Godoi, 2º período, tocou e cantou ao violão "Thinking Out Loud", de Ed Sheeran.

  Esta matéria foi publicada no Jornal da Metodista.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

15 anos da Biomedicina da Universidade Metodista: uma história de sucesso!



Idealizado pelo Prof. Dr. José Leal Prado em 1950, o primeiro curso de Biomedicina surgiu em 1966 na Universidade Federal de São Paulo (na época, Escola Paulista de Medicina). Trinta e quatro anos após é criado o Curso de Biomedicina da Universidade Metodista de São Paulo, no ano de 2000 com o oferecimento do turno noturno. O curso foi inserido no portfólio institucional para suprir a necessidade de formação de bacharéis em Biomedicina para atuarem nas diversas áreas da saúde na região do ABCDMR. Inicialmente, o curso foi oferecido com duração regular de cinco anos. No ano seguinte, em função da intensa procura, a Universidade definiu a abertura de uma segunda forma de oferecimento: integral (tarde e noite) com tempo regular de integralização de três anos Em 2002 foi inaugurado o laboratório escola do Curso de Biomedicina (LABMESP), garantindo a realização de estágio de qualidade e a formação de profissionais altamente qualificados na área de análises clínicas. Logo após, o curso foi reconhecido pelo MEC com média final MB.
Em atendimento às Diretrizes Curriculares Nacionais realizou-se uma revisão do projeto pedagógico do curso, levando-se em conta a excelente avaliação anteriormente recebida. O novo projeto político pedagógico do Curso iniciou sua vigência no ano de 2004 e já previu a inclusão de temas inovadores para a época, como reprodução assistida, engenharia genética e microbiologia de alimentos, (como o próprio projeto pedagógico do curso dizia de forma visionária: “... todos inteiramente relacionados às áreas de atuação do Biomédico do século XXI.”). Além disso, o tempo regular para a conclusão do curso noturno foi para quatro anos, com o cumprimento de estágio obrigatório a partir da metade do curso. Cabe ressaltar, que desde seu primeiro oferecimento, o aluno sempre teve a liberdade de escolher sua área de atuação (habilitação), desde que atendidas as premissas legais e os critérios de qualidade que sempre nortearam a gestão do Curso.
Em 2008 nosso curso recebeu, pela primeira vez, 3 estrelas do Guia do Estudante. Além disso, nesse mesmo ano Nosso Curso se destacou por ocupar, com o 1º lugar entre os Cursos de Biomedicina da Grande São Paulo, segundo a avaliação do CPC-MEC, com nota 3. Esses destaques demonstraram o grande sucesso e qualidade que nosso curso alcançou. As estrelas do Guia do Estudante não foram perdidas desde então, e em 2013 e agora, 2014 recebemos 4 estrelas. Também o CPC-MEC aumentou para 4, nos garantindo lugar de destaque no grande ABC.
O reconhecimento do mérito de nosso curso não nos levou à acomodação, mas ao contrário, nos estimulou a buscar a construção de um curso cada vez melhor. Assim, em 2008, seguindo as novas tendências educacionais entrou em vigor nossa primeiro Projeto Pedagógico de Curso Modular. Esse Projeto Pedagógico inovador baseou-se em uma estrutura modular, com visão moderna de educação no ensino superior, garantindo a formação de habilidades e competências procuradas por empregadores dos diversos segmentos nos quais o biomédico pode se inserir, incorporando questões relativas ao empreendedorismo, gestão na área da saúde e formação de cientistas. Para tanto, alteramos a concepção anterior do Curso (e da grande maioria dos bacharelados na área de saúde) de “sustentada e focada no “conteúdismo“ para “apoiada no conteúdo e focada no desenvolvimento de habilidades e competências“. A adoção de módulos (no lugar de disciplinas) favoreceu a melhor integração entre os conteúdos levando ao desenvolvimento de habilidades relevantes para o profissional, garantindo visão crítica, integração, interpretação e correlação de diferentes visões a respeito de um mesmo assunto. Com a formação mais consolidada em função da estrutura modular o aluno passou a poder escolher duas áreas de estágio. Além disso, incorporamos novos temas de vanguarda como a cultura de tecidos, estudo de células tronco, neurociências, sustentabilidade, entre outras.
Em 2010 o LABMESP foi integrado às demais Clínicas da Faculdade da Saúde, fazendo parte da Policlínica Metodista como seu Núcleo de Análises Clínicas (NAC). Esse foi o passo inicial para a integração entre os diferentes cursos da Faculdade, contribuindo sobremaneira para a formação de um profissional acostumado a trabalhar em equipes multiprofissionais, uma das grandes demandas atuais.
Dando continuidade ao processo de integração entre os Cursos da Saúde, realizamos uma pequena revisão no Projeto Pedagógico Modular inicial e, em 2011, iniciou-se o Currículo 2 desse Projeto. O novo projeto manteve o mesmo direcionamento do Projeto anterior, conservando sua modernidade e inovação. Entretanto, fez pequenos melhorias e adequações que permitiram ampliar os focos de formação do curso que passam a abranger com mais intensidade, as áreas de imagem, reprodução assistida, e as diversas áreas de pesquisa básica, com destaque para as neurociências, além da já tradicional área de análises clínicas, em todas as suas vertentes. No segundo semestre de 2012 iniciamos o oferecimento do nosso Currículo 3, idêntico ao do Currículo 2, mas que permitia o início do Curso sempre no meio do ano, forma de ingresso mantida até hoje.
Neste ano de 2015 completamos 15 anos de oferecimento do curso. E em função disso iniciamos a vigência de dois novos currículos o currículo 4 para os alunos que ingressam o início do ano e o currículo 5 para os alunos do meio do ano. Os dois são exatamente iguais, com algumas alterações na ordem de oferecimento de alguns módulos em função dos diferentes ingressos. A reestruturação da matriz do Projeto Pedagógico foi motivada pelo amadurecimento da compreensão da estrutura curricular modular de forma geral e pelo debate com o corpo docente das necessidades dos profissionais biomédicos agora e para o futuro. Devido à maturidade das discussões que levaram à confecção desta reformulação e à experiência acumulada nesse tempo de oferecimento de currículos modulares, acreditamos que com este projeto pedagógico alcançamos um enorme progresso na maneira de formar profissionais biomédicos.
Todas essas mudanças são resultado da inquietude e do desejo de sempre oferecer o melhor aos nossos alunos, pois, acreditamos que a formação de profissionais é um processo continuado e de constante transformação que exige a flexibilidade e o dinamismo necessários para que possa absorver os rápidos avanços que a tecnologia proporciona nos dias de hoje.
Com essa filosofia podemos dizer que completamos 15 anos de sucesso, com o reconhecimento do MEC (CPC 4), reconhecimento das publicações especializadas em educação, tais como folha-RUF e Guia do Estudante (4 estrelas em 2015), reconhecimento do mercado de trabalho, com inúmeras parcerias com laboratórios, clínicas, institutos de pesquisas e instituições públicas de ensino. Mas o que mais nos orgulha é o reconhecimento de nossos alunos e suas famílias, pois afinal, foram 19 turmas que colaram grau até hoje, com um total de 1.075 biomédicos formados pelo nosso Curso e atualmente temos 284 alunos distribuídos nos 8 períodos do Curso.
Parabéns a todos que em algum momento desses 15 anos esteve envolvido com o Curso de Biomedicina, parabéns aos nossos professores, alunos e corpo técnico-administrativo, vocês fazem o sucesso do curso e que venham pelo menos mais 15 anos...

Texto escrito pelo Prof. Dr. Isaltino Marcelo Conceição - coordenador do curso de Biomedicina


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Um Meio ou uma Desculpa?

 
“Dedicação é a capacidade de se entregar à realização de um objetivo. Não conheço ninguém que tenha progredido na carreira sem trabalhar pelo menos doze horas por dia nos primeiros anos. Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho sem sacrificar sábados e domingos pelo menos uma centena de vezes. Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá de se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e comodismo. Se quiser um casamento gratificante, terá de investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.


O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas, para conseguir um resultado diferente da maioria, você tem de ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados. Não se compare à maioria, pois, infelizmente, ela não é modelo de sucesso. Se você quiser atingir uma meta especial, terá de estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas. Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar, enquanto os outros tomam sol à beira da piscina. A realização de um sonho depende da dedicação.


Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica. Mas toda mágica é ilusão . E ilusão não tira ninguém do lugar onde está. Ilusão é combustível de perdedores.
 
Quem quer fazer alguma coisa, encontra um MEIO. Quem não quer fazer nada, encontra uma DESCULPA."
 

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

As chaves do sucesso!

Conselhos dos doze cientistas para quem quer se destacar em carreiras competitivas

1. Leia muito e de tudo – Não apenas livros técnicos. Leia romances, contos e poesia. Eles ajudam a desenvolver uma visão plural da vida.
2. Exercite a curiosidade – Ela é o primeiro degrau de todas as descobertas.
3. O terceiro idioma – Ler, escrever e falar inglês é básico. A diferença começa com o aprendizado de uma terceira língua.
4. Tenha base sólida – As ciências básicas, como a física, a química e a matemática, alicerçam todas as outras carreiras.
5. Escolha bem – A melhor escola nem sempre é a mais conhecida e famosa. Escolha entre as que têm professores mais atuantes.
6. Pesquise sempre – As bolsas de iniciação científica dão chance de começar a pesquisar ainda na graduação. Aproveite-as.
7. Escolha suas companhias – Se quiser ser cientista, conviva com cientistas. Freqüente os laboratórios e centros de pesquisa mais produtivos de sua faculdade.
8. Dedique-se – Vale a mais famosa equação de Einstein: sucesso = 10% de talento + 90% de suor.
9. Tome a iniciativa – Não se satisfaça com o que o professor ensina. Busque mais informação. Todo bom cientista é um autodidata.
10. Mire no exterior – O isolamento mata a pesquisa. A troca de informações é uma das chaves do sucesso.
11. Faça a diferença – Escolha a área de atuação em que seu trabalho possa se destacar.
12. Busque a visão universal – O cientista tende a se especializar cada vez mais cedo. Isso é inevitável, mas é um erro fatal fechar-se a outras áreas da pesquisa.

Fonte: Revista Veja on-line - edição 1878