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terça-feira, 11 de abril de 2017

Estudo visa aprimorar transplantes contra leucemia

Pesquisadores querem criar um ambiente adequado para a produção de células-tronco hematopoiéticas, precursoras de todos os tipos de células sanguíneas

Um grupo internacional de pesquisadores, entre eles o biomédico brasileiro Alexander Birbrair, do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), deu um passo importante na tentativa de criar em laboratório um ambiente adequado para o cultivo das chamadas células-tronco hematopoiéticas, precursoras de todos os tipos de células sanguíneas, como hemácias, granulócitos, linfócitos e plaquetas. Em um estudo publicado na edição de março da revista Nature Cell Biology, o grupo analisou o microambiente que abriga esse tipo de célula dentro da medula óssea, um tecido líquido que ocupa a cavidade dos ossos, e identificaram células e sinais químicos responsáveis por sua manutenção.
Pericitos situados nas paredes de arteríola (em laranja) produzem citocina CXCL12, essencial para a manutenção das células-tronco hematopoiéticas na medula óssea
© ASADA, N .ET AL. / NATURE CELL BIOLOGY
Há algum tempo se sabe que essas células-tronco se formam durante o desenvolvimento do feto, sobretudo no fígado e no baço. Após o parto, no entanto, elas migram para a medula óssea, onde permanecem em número reduzido. Algumas ficam dormentes e só são ativadas quando precisam formar células novas iguais a elas. Outras são acionadas em casos de emergência e se diferenciam em células mais maduras, como macrófagos e linfócitos.
No estudo publicado na Nature Cell Biology, os pesquisadores verificaram que as células hematopoiéticas inativas estão situadas em uma região da medula óssea próxima a minúsculos vasos sanguíneos chamados arteríolas, e que nas paredes desses vasos estão os pericitos arteriolares, um tipo de célula-tronco mesenquimal com potencial para se diferenciar e formar os tecidos gordurosos, ossos ou músculos.
Ao analisá-los em detalhe, os pesquisadores constataram que os pericitos produzem uma citocina — molécula responsável pela comunicação entre células — chamada CXCL12. Para melhor investigar sua função, desenvolveram testes com camundongos com uma alteração genética que impedia que seus pericitos produzissem a CXCL12. Verificaram que, nesse caso, as células-tronco hematopoiéticas desapareciam, e as poucas que sobraram perdiam a capacidade de se especializar em células do sangue. “Os resultados sugerem que os pericitos, por meio da produção da CXCL12, são importantes na manutenção das células hematopoiéticas dentro da medula óssea”, diz Birbrair.
As células-tronco hematopoiéticas são importantes no tratamento da leucemia, um tipo de câncer que acomete os glóbulos brancos. “Em muitos casos, no entanto, o transplante dessas células não é suficiente para restabelecer a função medular e imune do indivíduo, de modo que muitos precisam de um segundo transplante de medula”, explica Birbrair. O problema é que é difícil encontrar doadores compatíveis e a quantidade de células disponíveis na medula tende a ser pequena. Outro complicador é que, diferentemente de outras células-tronco, as hematopoiéticas ainda não são obtidas por multiplicação in vitro porque, quando reproduzidas artificialmente, perdem a capacidade de se diferenciar em células sanguíneas.
Para Birbrair, os resultados do estudo ampliam as perspectivas de se criar um ambiente adequado para a produção dessas células. “A possibilidade de cultivar células-tronco hematopoiéticas em ambiente artificial pode levar à criação de bancos dessa célula, o que facilitaria o tratamento de pacientes com leucemia”, destaca. “Precisamos antes compreender como elas funcionam em seu microambiente dentro dos ossos.” A partir dos resultados obtidos, o grupo pretende iniciar os primeiros estudos para mimetizar o microambiente da medula óssea e tentar multiplicar essas células-tronco em laboratório.
Artigo científico
ASADA, N .et al. Differential cytokine contributions of perivascular haematopoietic stem cell niches. Nature Cell Biology. v. 19, n. 3, p. 214–23. mar. 2017.

Fonte: Revista Fapesp on line 18:01

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Biomedicina festeja 15 anos conceituado em rankings e com alunos bem colocados em empresas




Data foi lembrada com mesas-redondas, apresentações culturais e confraternização de ex e atuais alunos e professores 
Débora Amorim, do 4.período, fez apresentação de balé     



 Fazer pesquisas ao lado de uma autoridade mundial em oftalmologia como professor Shigeru Kinoshita, da
University of Medicine de Kyoto, no Japão, ou gerenciar projetos de farmacovigilância na Covance, que lida com grandes laboratórios globais, são experiências que enriquecem qualquer profissional. Mais ainda quando essas passagens são de jovens com passado ainda recente de bancos escolares, como os ex-alunos de Biomedicina da Universidade Metodista de São Paulo Renata Ruoco Loureiro e Luis Gustavo Barreto. Ela formada em 2009, ele em 2004.

Renata e Luis fizeram parte da noite de boas histórias, narrativas sobre carreiras bem-sucedidas e passagens por empresas respeitadas no mercado que encantaram o auditório lotado do campus Planalto nas comemorações de 15 anos do curso de Biomedicina da Metodista, em 3 de novembro último.

Oito ex-alunos contaram aos graduandos como viraram páginas de suas histórias profissionais para frente, enfrentando inevitáveis dúvidas e tropeços profissionais. Professores consolidaram a memória do curso citando conquistas como o reconhecimento dos melhores rankings de Educação. Tanto assim que, em uma década e meia, a Biomedicina da Metodista drenou cérebros para indústrias farmacêuticas e de saúde como Boehringer Ingelheim, AstraZeneca, Covance e Fleury, ou colocou nos trilhos da pesquisa científica mestres e doutorandos em escolas como Unifesp, USP e Kyoto.

Como destacou o primeiro coordenador do curso e hoje diretor da Escola de Ciências Médicas e da Saúde, professor Rogério Gentil Bellot, os anos trazem muitas recompensas, não só rugas. “15 anos marcam cabelos mais brancos, alguns quilos e rugas a mais, mas muito aprendizado, histórias e sonhos para contar”, saudou ele na abertura do evento, quando lembrou que a graduação de Biomedicina surgiu em 2000 da percepção de que seria uma das profissões do futuro.

Em uma década e meia, a Metodista estruturou 19 turmas, com total de 1.075 biomédicos formados e atualmente 284 alunos distribuídos em oito períodos do curso.

Em multinacionais   
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Yumi, Patrícia, prof. Bellot, Barbara e Luis

Duas mesas-redondas pautaram a noite de festejos, a primeira mediada pelo professor Rogério Bellot sobre “O Biomédico Metodista em Empresas Multinacionais”, e a segunda conduzida pelo atual coordenador do curso, professor Isaltino Marcelo Conceição, sobre “O Biomédico Metodista nas Áreas Acadêmica e Diagnóstico”.
Estão hoje em empresas globais Patrícia de Nóbrega Brunieri, formada em 2013 e atuando na alemã Boehringer, Iumi Mattos Kinoshita (2006) e Barbara Costa (2004), ambas na sueca AstraZeneca, e Luis Gustavo Barreto (2004), na Covance. O recado em comum é que a área exige estudos constantes, inglês impecável e ousadia para abraçar as oportunidades que se abrem ao biomédico, sobretudo com a descoberta de novas drogas.
Patrícia Brunieri se encontrou no marketing de medicamentos e especializou-se na área de oncologia/virologia. Sua missão é disseminar informações que curam: “Isso é muito gratificante”, afirmou. Barbara Costa iniciou com microbiologia, especializou-se em biotecnologia e pós-graduou-se em marketing, atuando como consultora técnica da linha oncológica da Astrazeneca. “O marketing envolve administradores, jornalistas, publicitários, mas é o biomédico que faz a diferença, sobretudo quando se trata de discutir estudos clínicos”, apontou.
Iumi Kinoshita começou com análises clínicas, mudou-se para a Teraskin Farmacêutica e especializou-se em microbiologia ambiental. Hoje é microbiologista sênior na Astrazeneca. Já Luis Barreto desde o início interessou-se por pesquisa clínica, área que cresce entre biomédicos segundo ele, e pós-graduou-se em administração, o que abriu-lhe portas para gerenciar projetos em farmacovigilância na Covance e dar aulas no Instituto Polígono.

Na academia
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Renata, Clara, prof. Isaltino, Janaína e Rodrigo
Optaram abraçar a vida acadêmica Clara Felix e Renata Ruoco Loureiro, formadas em 2006 e 2009 respectivamente, e ambas doutorandas pela Unifesp, Janaína Thaís Lopes (2006) doutoranda pela USP, e Rodrigo de Luca Lucena (2009), professor no colégio técnico Etip e atuando no Grupo Fleury.
Clara explicou que a falta de recursos públicos para suprir bolsas de estudo em pesquisas tem sido compensada pela iniciativa privada, sobretudo na forma de PPP (Parceria Público-Privada). Da iniciação científica no Instituto de Medicina Tropical da USP, ela passou em concurso na instituição na área de sorologia e agora faz doutorado nessa área e em biologia molecular. Janaína foi na contramão do início com análises clínicas e abraçou a microbiologia de alimentos. Após o mestrado em Ciências dos Alimentos, iniciou o doutorado em contaminação cruzada e com uso de matemática, já tendo viajado para a Dinamarca.
Interessada em seguir carreira em reprodução humana, foi durante o estágio em coleta de sangue que Renata Ruoco teve oportunidade de conhecer a oftalmologia, tema de seu mestrado em córneas em 2013. O orientador apresentou-lhe em 2014 uma porta aberta em Kyoto, onde está uma das maiores competências acadêmicas no assunto. “Me impressionei com a fartura de material nos laboratórios japoneses, onde o governo coloca muito dinheiro em pesquisas”, testemunhou ela durante seis meses. De volta a São Paulo, conseguiu bolsa Fapesp para o atual doutorado em Ciências Visuais.
Já Rodrigo Lucena começou na bioquímica de um hospital e, como definiu, a hematologia o escolheu, abraçando a contragosto uma área que hoje é seu grande cartão de visitas. Para ingressar no Fleury seu teste consistiu em ler, em uma hora, 10 lâminas com material de pacientes com leucemia, ou seja, muito alteradas. Hoje ele é referência em hematologia de urgência e emergência em hospitais, analista sênior e controle de qualidade do Fleury, além de dar aulas no Colégio Etip.

4 estrelas e nota 4 do MEC     
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Gustavo Godói cantou ao violão
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Douglas Reche e Thais Lopes dançaram samba
Coube ao coordenador atual de Biomedicina da Metodista, professor Isaltino Marcelo Conceição, historiar o percurso da graduação, desde o primeiro turno noturno com duração de 5 anos até a necessidade no ano seguinte, devido à intensa procura, de oferecer período integral (tarde e noite), com tempo regular de 3 anos.
Logo em seguida, em 2002, o curso já agregava o laboratório-escola LABMESP, para possibilitar estágio na área de análises clínicas. Isso rendeu-lhe à graduação o reconhecimento oficial pelo MEC. Em 2004, novo projeto pedagógico incluiu temas inovadores para a época, como reprodução assistida, engenharia genética e microbiologia de alimentos.
“Em 2008 recebemos pela primeira vez 3 estrelas do Guia do Estudante e nos destacamos com o 1º lugar entre os cursos de Biomedicina da Grande São Paulo, segundo avaliação do CPC-MEC, com nota 3. Passamos a integrar o ranking RUF-Folha de São Paulo e as estrelas do Guia do Estudante não foram perdidas desde então. Em 2013 e 2014, recebemos 4 estrelas. Também o CPC-MEC aumentou para 4”, lembrou professor Isaltino, citando entre outras conquistas a introdução de módulos no lugar de disciplinas em 2008 e a integração, em 2010, do LABMESP às demais Clínicas da Faculdade da Saúde, fazendo parte da Policlínica Metodista como seu Núcleo de Análises Clínicas (NAC).
A noite de comemorações também contou com apresentações artísticas de alunos. Débora Amorim, 4º período, dançou balé ao som de "Atrás da Porta", com Elis Regina. Douglas Reche, 6º período, e a parceira Thais Lopes sambaram Nega Marrenta, com Ana Carolina. Já Gustavo Godoi, 2º período, tocou e cantou ao violão "Thinking Out Loud", de Ed Sheeran.

  Esta matéria foi publicada no Jornal da Metodista.

domingo, 17 de agosto de 2014

Oração do Biomédico

Senhor, coloco-me diante de Ti em missão de serviço.
Dai-me, Senhor, sabedoria necessária para que eu possa conhecer a Tua obra maravilhosa, o corpo humano e suas funções perfeitas.
Ilumine minha mente e me dê condições para que eu realize com precisão o diagnóstico, revelando toda e qualquer alteração que auxilie na resolução dos problemas de saúde de meus semelhantes.
Que eu seja meticuloso e paciente.
Torna-me incansável diante das incógnitas que se me apresentarem.
Faça-me instrumento Teu.
Eu quero mitigar a dor, conservar e ajudar a restabelecer a graça da saúde, preservando assim o milagre da vida.
Dai-me, Senhor, condições de utilizar todo meu conhecimento de forma sábia e ilimitada.
Amém
Fonte: CRBM 1° região

segunda-feira, 7 de julho de 2014

A importância do Biomédico na área da saúde



 
 

Frequentemente vejo alguns biomédicos e estudantes de biomedicina reclamarem que não recebem o devido reconhecimento pelo seu trabalho, ainda mais quando falamos de análises clínicas. Porém, na maioria das vezes, o problema começa pela própria pessoa, que coloca na cabeça que não é reconhecida e acha que todo mundo pensa igual.

Hoje vim aqui falar com vocês da importância que o biomédico tem no cenário da área da saúde, e quem sabe vocês possam adquirir uma visão diferente sobre a biomedicina e o profissional biomédico. Deixando claro que não falo mal do profissional médico, apenas aponto as diferenças entre nossas profissões.

Se formos parar para pensar, muitas pessoas ainda acham que os exames laboratoriais são realizados por seus médicos, como nos seriados House M.D. e Grey's Anatomy. Na verdade, eles não iriam querer que seu médico pessoal realizasse esses exames, pois as habilidades necessárias não fazem parte integral do currículo das faculdades de medicina.

Pergunte ao seu médico sobre as interferências causadas pelo ácido ascórbico (Vit. C) nos resultados de glicemia, triglicérides, colesterol total; ou causas de resultados falso-positivos no exame de B-HCG; ou por que produzimos anticorpos anti-A e anti-B, e por que são da classe IgM; ou qualquer outro teste laboratorial crítico, e sua interpretação. Estes aspectos geralmente não estão na base de conhecimentos dos profissionais médicos.

Nós passamos, no mínimo, 4 anos estudando sobre isso. Mais de 3 mil horas de teoria e prática para liberar o resultado correto e o mais confiável possível. Estudos internacionais mostram que a tomada de decisão médica baseia-se, pelo menos, 70% em exames laboratoriais. E aqui, não falo só de análises clínicas, mas também de exames genéticos, moleculares, hemoterapia, etc. Sem falar na parte de pesquisa científica, no desenvolvimento de novos métodos de diagnóstico, novos alvos terapêuticos, entre outros.

Em um artigo do periódico Annals of Clinical Biochemistry, Reino Unido, os autores relataram que os médicos recém-formados entrevistados tinham mais confiança em solicitar exames do que confiança em interpretar seus resultados. 

Desses, 18% disseram que pediriam um exame laboratorial sem saber como interpretar seu resultado. Isso poderia indicar que esses exames são solicitados por causa da influência dos médicos mais experientes, sem os médicos recém-formados entenderem como usá-los.

Os participantes desta pesquisa disseram que tinham dúvidas de quando solicitar e como interpretar a dosagem de Magnésio, Fosfato e PTH. Nos testes de função hepática, proteínas, ferro, ferritina, vit. b12, ácido fólico e eritropoetina, eles tinham confiança de quando solicitar mas pouca confiança em como interpretá-los. Muitos deles afirmaram ter vontade de participar de aulas de como interpretar tais exames.
Então, do mesmo modo que não sabemos tudo, outros profissionais também não. Isso não diminui nenhuma profissão, pelo contrário, faz com que elas se complementem.

A melhor forma de impormos respeito é com o conhecimento. Você tem que liberar um resultado e saber explicá-lo, caso contrário seremos meros profissionais. Por isso, nunca pare de estudar, esteja por dentro das novidades do mercado e dos avanços científicos. Muito mais do que apenas realizarmos exames, temos que saber interpretá-los, correlacionar com outros exames e saber tudo sobre controle de qualidade, para garantir a confiabilidade e oferecer o melhor para o paciente. É aí que fazemos a diferença.

Artigo - Khromova, V. e Gray, T. A. Learning needs in clinical biochemistry for doctors in foundation years. Ann Clin Biochem, 2008.

Fonte: Biomedicina Padrão: http://www.biomedicinapadrao.com.br
Por: Bruno Câmara - Biomédico Residente em Hematologia e Hemoterapia no Hospital das Clínicas - UFG (HC-UFG). Criador e administrador do blog Biomedicina Padrão. Colunista do portal LabNetwork.
Fonte: Biomedicina Padrão

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

20 de Novembro - Dia do Biomédico!

Parabéns estudantes de Biomedicina e Biomédicos, em especial aos da Universidade Metodista de São Paulo!!!!!




quinta-feira, 22 de agosto de 2013

BIOMÉDICO, UM PROFISSIONAL A SERVIÇO DA SAÚDE E DA CIÊNCIA!

Olá,

Você que quer fazer BIOMEDICINA, sabia que as inscrições para o vestibular da UNIVERSIDADE METODISTA DE SP já estão abertas?

Não perca a oportunidade de estudar em uma das melhores Universidades do País!

O estudante de BIOMEDICINA da UNIVERSIDADE METODISTA conta com professores qualificados, laboratórios equipados para as aulas práticas, Núcleo de Análises Clínicas, Núcleo de Pesquisa, Centro de Neurociências, Laboratório de Microbiologia de Alimentos, Programa de Iniciação Científica, Projetos de Extensão, Intercâmbio, Congresso entre outros.

Quer conhecer um pouco desta estrutura, conversar com os professores, alunos e funcionários? Você pode acessar os links abaixo e também participar do DIA DA UNIVERSIDADE ABERTA que acontecerá no dia 28 de setembro!

LINKS INTERESSANTES!

BIOMÉDICO, 
UM PROFISSIONAL A SERVIÇO DA SAÚDE E DA CIÊNCIA!



quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Vagas para Biomédico e Técnico de laboratório

Segue abaixo duas vagas:

·         Biomédico - Responsável técnico para o Núcleo de Análises Clínicas do curso de Biomedicina da Universidade Metodista – enviar currículo para: biomedicina@metodista.br

·         Técnico de Laboratório nível superior com experiência em Microbiologia para trabalhar na Faculdade da Saúde da Universidade Metodista de São Paulo -  enviar currículo para: núcleo.pesquisa@metodista.br