Colaboradores

Mostrando postagens com marcador Educação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Educação. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

EDUCAÇÃO METODISTA OFERECE BOLSAS, FINANCIAMENTOS E OUTROS INCENTIVOS PARA ALUNOS

EDUCAÇÃO METODISTA OFERECE BOLSAS, FINANCIAMENTOS E OUTROS INCENTIVOS PARA ALUNOS

Benefícios sociais fazem parte da missão das instituições metodistas, alinhados a valores éticos, filantrópicos e comunitários
16/11/2016 11h55 - última modificação 26/11/2016 16h29
Opções de incentivos atendem às necessidades dos diversos perfis de alunos. Foto: Metodista/Anderson Rodrigues
A Educação Metodista possui um completo e dinâmico catálogo de incentivos para ingresso nas unidades de ensino que vão desde bolsas, financiamentos e descontos, até recompensas para indicações de pais e amigos. Ao favorecer o acesso às suas universidades, centros universitários e faculdades, a Educação Metodista põe em prática seu caráter comunitário e democratiza o conhecimento.

Os incentivos trazem uma série de opções que atendem às necessidades dos diversos perfis de alunos. Há modalidades como o "Amigo indica Amigo”, que concede abatimentos nas matrículas dos estudantes que indicarem novos alunos para as instituições; o “Ex-alunos dos Colégios Metodistas”, que possibilita descontos nas mensalidades até o final do curso; e as “Transferências”, que dão direito a benefícios para matriculados em outras instituições que migrem para unidades da Educação Metodista; confira todas as opções e veja qual combina melhor com você:


Educação Metodista

Existentes no Brasil desde 1881, as instituições educacionais metodistas combinam tradição, compromisso com princípios e valores éticos e cristãos e qualidade para formar um sistema integrado distribuído em diversas partes do País. As instituições reúnem duas universidades, dois centros universitários, duas faculdades e 15 colégios, que oferecem desde o Ensino Infantil até o Ensino Médio, além de três creches, uma instituição que oferece Educação Suplementar, uma escola de música, um centro cultural e um centro de estudos sobre Educação e Metodismo. Ao todo, são 50 instituições em 13 estados, além do Distrito Federal, totalizando mais de 53 mil alunos.
O comprometimento das instituições é com a realização de uma educação diferenciada, que alia qualidade acadêmica, científica e tecnológica com os mais profundos princípios ético-cristãos, o Evangelho e pela identidade metodista. Seu caráter confessional reforça a importância da formação de indivíduos que, além das competências profissionais, sejam agentes transformadores da sociedade.
Formação cidadã 
Concebido no contexto da Revolução Industrial na Inglaterra no século XVIII, o princípio educacional da Igreja Metodista é baseado na pedagogia como elemento para transformação social e no conhecimento como caminho para uma sociedade mais justa e igualitária. Suas premissas pregam libertação e formação de cidadãos para influenciarem suas próprias vidas e construírem seus destinos de acordo com suas expectativas e valores humanitários.
Os fundamentos, recentemente revisados, seguem o conteúdo original e consistem em: desenvolver consciência crítica da realidade; compreender que o interesse social é mais importante que o individual; exercitar o senso e a prática da justiça e solidariedade; alcançar a sua realização como fruto do esforço comum; tomar consciência de que todos têm direito de participar de modo justo dos frutos do trabalho; reconhecer que, dentro de uma perspectiva cristã, útil é aquilo que tem valor social. A solidez do embasamento teórico explica a perenidade e a multiplicação do movimento metodista pelo mundo e reafirma sua necessidade para a constante evolução da sociedade.
Mais informações: 

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

III PRÊMIO DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

Parabéns!!!!!!
 
O trabalho de pesquisa das alunas de graduação: Michelle, Melissa, Andressa, Letícia e Naara sob orientação dos professores: Isaltino, Rogério e Thalma foi premiado no III PRÊMIO DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS - UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO.
 
O prêmio foi recebido pela aluna Michelle e profa. Thalma.
 
 

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Universidade do prazer


GILBERTO DIMENSTEIN
Universidade do prazer
--------------------------------------------------------------------------------
Valorizar mais as baladas a disseminação da maconha ou as festas  do que as aulas seria uma fase passageira?
--------------------------------------------------------------------------------
 DIANTE da frase "baladas e jogos me motivam mais do que as aulas", apenas 16,1% dos estudantes das universidades da capital e região metropolitana de São Paulo disseram discordar totalmente. Uma expressiva parcela (52,3%) admitiu que fumou maconha; muitos certamente preferiam não revelar nada. Beijar na boca várias pessoas numa única noite é rotina. O resultado é que muitos enxergam no ensino superior um espaço de prazer, onde se misturam baladas, drogas e sexo.
Estamos falando aqui de 15 universidades, entre as quais USP, PUC, Unifesp, Mackenzie, FGV, FMU, Unip, Anhembi Morumbi -ou seja, locais que produzem a futura elite política, empresarial, cultural e social do país. Valorizar mais as baladas -a disseminação da maconha pelos campi ou as festas universitárias- do que as aulas seria apenas uma fase passageira, típica da liberdade e transgressão juvenis? Em parte sim, claro.
"Minha suspeita é que existe um jeito de encarar o mundo que vai além de uma atitude juvenil", comenta Marcos Calliari, responsável pela pesquisa.
O levantamento entre universitários foi feito pela Namosca, agência de marketing focada em entender o que passa pela cabeça dos jovens -e, para isso, montou uma rede de entrevistadores e contatos entre os próprios estudantes para facilitar a obtenção das informações.
A suspeita de Calliari, a partir desse levantamento, é como um imediatismo exacerbado marca uma geração. O levantamento indicou que 77% dos entrevistados já beijaram na boca mais de uma pessoa num dia; 89% disseram que beijaram logo no primeiro encontro. "É um pouco como se não houvesse um dia depois de hoje", analisa.
Isso pode significar também que o consumidor vai mudar cada vez mais rapidamente de marcas. Ou que não terá paciência para abrir a conta num banco se tiver de assinar muitos papéis ou formulários na internet. Nem entrar num site que exija cadastramento.
Talvez explique a prosperidade da indústria de venda de trabalhos escolares (até dissertações). Ou por que muitas pessoas mudam tanto de curso no ensino superior, criando uma alta taxa de evasão.
O desinteresse pela política não se deve só à ojeriza aos políticos, mas porque os debates implicam pensar e planejar o futuro -a chance de conseguir um emprego estaria condicionada mais ao desempenho individual do que ao coletivo. A frase "meu sucesso depende apenas de mim mesmo" é discordada totalmente por apenas 3,4%.
Se Lula esbanja popularidade no país, falta-lhe identificação nesse grupo. Apenas 19% disseram que "gostariam de tomar uma cerveja com ele". É, aliás, a mesma percentagem dedicada a Fernando Gabeira, que tem entre suas propostas a descriminalização da maconha e a defesa ambiental. Cerca de 40% gostariam de tomar uma cerveja com o ator Selton Mello; 33% com o apresentador Luciano Huck, empatado com Wagner Moura. Para 45%, Sérgio Groismann entende da juventude; 25% tomariam a cerveja com ele.
Não vou empunhar discurso moralista nem saudosista; o passado não foi melhor do que o presente. Muito menos deixar de entender que a juventude é um período, às vezes arriscado, de testes de limites e experimentações. Mas a pesquisa sugere um problema: a dificuldade de focar e desenvolver um projeto, o que exige necessariamente postergar prazer. Mas esse culto excessivo da celebridade, da pressa e do prazer não vai acabar bem.
Não é por outro motivo que, apesar do desemprego, grandes empresas têm uma crescente dificuldade de recrutar trainees -isso apesar de que, em alguns casos, há mais de 3.000 candidatos por vaga. O que pode estar acontecendo é até mesmo uma mudança na paisagem das elites. Os jovens de periferia, mais focados e com mais garra (afinal, sobreviveram ao massacre educacional), que começam a chegar às faculdades públicas, ganharão cada vez mais espaço. Estudaram de noite e nos finais de semana para alcançar, para ter o prazer de entrar na faculdade e garantir um bom emprego.
PS - Entre os vários dados que me chamaram a atenção, um deles se destacou. Indagados sobre o estilo musical preferido, não houve pontuação, nem apareceu na lista, música erudita. Será que é consequência do imediatismo e a dificuldade de lidar com obras mais complexas? Fico imaginando se, num futuro breve, as salas de concertos não estarão vazias. A íntegra da pesquisa está no site: www.dimenstein.com.br.
gdimen@uol.com.br